CIDADES

Rede de Proteção às Crianças e Adolescentes vítimas violência debate fluxo de atendimento
Acolhimento às vítimas no Creas de Palmas e atuação do Sistema de Justiça foram assuntos abordados no encontro

Em continuidade ao 1º Encontro de Capacitação sobre o Fluxo de Atendimento às Crianças e Adolescentes Vítimas e/ou Testemunhas de Violência, dezenas de profissionais que atuam na rede de proteção de Palmas, assistiram na quinta-feira, 19, aos debates sobre o fluxo de atendimento às vítimas no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Palmas e sobre a atuação do Sistema de Justiça.

A capacitação faz parte da programação do Maio Amarelo, desenvolvida por meio da parceria com o Ministério Público do Tocantins (MPTO). "Este momento de discussão é muito importante e enriquecedor. Nós conselheiros tutelares devemos estar atentos aos desdobramentos que cada caso atendido por nós vai tomando, temos que conhecer esses caminhos para melhor atender ao cidadão", explicou a conselheira tutelar, Kátia Silene Fernandes, presente no evento.

"Cada vez mais os profissionais entendem a importância de dar um bom atendimento às crianças vítimas. No Brasil vivemos um momento em que todas as instituições envolvidas neste acolhimento reconhecem a importância do trabalho em rede", destacou o promotor de Justiça Sidney Fiori Júnior, coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância, Juventude e Educação (Caopije), do MPTO.

Todo o percurso do atendimento ofertado no Creas de Palmas foi apresentado pela psicóloga Polyana Prattes. "O acesso ao atendimento psicossocial às famílias cujas crianças e adolescentes foram vítimas de violência sexual, além de outras violações é feito de forma espontânea pelo usuário interessado no serviço e também através dos encaminhamentos da rede que conta com agentes das áreas de segurança pública, saúde, conselhos tutelares e outros", informou.

A assistente social Marlucy Ramos, responsável técnica pela implantação e manutenção do Serviço de Escuta Especializada para Crianças e Adolescentes Vítimas e/ou Testemunhas de Violência no Centro de Atendimento Integrado 18 de Maio, agradeceu o empenho de todos os presentes na capacitação. "Vemos a importância do trabalho integrado e de buscarmos soluções para as demandas colocadas neste encontro ao longo de 2022", concluiu.


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